É a teoria da evolução realmente científica? 

A Teoria da Evolução é Realmente Científica?

 
Um número cada vez maior de cientistas, a maioria deles não-cristãos, se opõe  à evolução. O astrônomo e matemático Sir Fred Hoyle diz: "O mundo científico foi iludido e acabou crendo que a evolução fora provada. Nada poderia estar mais longe da verdade."1 O biólogo Michael Denton, autor de Evolution: A theory in Crisis [Evolução: Uma Teoria em crise], diz que a ciência desacreditou tão completamente o evolucionismo darwiniano que este deveria ser descartado. O professor de matemática Wolfgang Smith chama a evolução de "um mito metafísico... completamente desprovido de aprovação científica..."2
Colin Patterson, paleontólogo chefe do Museu Britânico de História Natural, confessou depois de mais de vinte anos envolvido com o movimento evolucionista: “Nada havia que eu realmente conhecesse sobre a teoria da evolução. É um choque enorme descobrir-se enganado por tanto tempo.” Patterson “começou a pedir a outros cientistas que lhe apresentassem uma coisa de que tinham certeza sobre a evolução.” Os biólogos do Museu Americano de História Natural em Nova Iorque ficaram mudos. Diz Patterson:
 
Experimentei a pergunta com o pessoal da geologia do Museu de Campo de História Natural, e a única resposta que recebi foi o silêncio. Tentei obter resposta dos membros do Seminário de Morfologia Evolucionista, e recebi de volta um longo silêncio, até que, por fim, uma pessoa disse: “Eu sei de uma coisa – não deveria ser ensinada no primeiro e segundo grau.”3

A Evolução é Matematicamente Impossível

Em seu livro The Blind Watchmaker [O Relojoeiro Cego], o zoólogo Richard Dawkins, da Universidade de Oxford, um destacado evolucionista, chama a biologia de “o estudo de coisas complicadas que dão a aparência de terem sido criadas com algum propósito.”4 Sem dúvida! Uma célula, a menor unidade viva, chega a ter 100.000 moléculas, e 10.000 reações químicas interrelacionada simultâneas. As células não podem ter surgido por acaso! Dawkins admite que “cada célula contém, no seu núcleo, um banco de dados digitalmente codificado que é maior... do que a soma de todos os volumes da Enciclopédia Britânica.”5 É impossível sequer imaginar a ínfima probabilidade do acaso criar uma enciclopédia de 30 volumes! E isso equivale apenas a uma célula – e há trilhões de células no corpo humano, milhares de tipos diferentes, operando em relacionamentos incrivelmente complexos e delicadamente equilibrados!
A probabilidade astronomicamente pequena torna a evolução matematicamente impossível. Hoyle cauculou que a probabilidade da produção ocasional apenas em enzimas básicas para a produção da vida são de 1 sobre 1 seguido de 40.000 zeros. Em comparação, a chance de, por acaso, pegar um átomo específico em todo o universo seria de apenas 1 sobre 1 seguidos de 80 zeros. Mesmo que cada átomo existente se tornasse outro universo, as chances de pegar um atómo qualquer em todos esses universos seria de apenas 1 sobre 1 seguidos de 160 zeros. Uma chance em 104000 só para produzir as enzimas básicas! Mas as enzimas realizam coisas notáveis, e esse fato complica ainda mais o problema da evolução com essas chances infinitamente pequenas.
Porque razão o sangue só coagula no ponto de sangramento e não dentro das veias e artérias? E por que pára quando cessa o sangramento? Imagine os bilhões de animais que teriam sangrado até morrer, ou teriam morrido por uma coagulação inadequada antes que esse processo incrível tivesse sido aperfeiçoado por mero acaso! O sistema imunológico é ainda mais surpreendente, diz Behe. “A complexidade do sistema garante o insucesso de qualquer explicação darwiniana...”6E assim acontece com centenas de outros sistemas que sustentam a vida. Lembre-se de que esses sistemas precisavam ser operacionais para serem úteis; não poderiam ter evoluído em estágios.
Em seu excelente livro, publicado em 1996,  Darwin’s Black Box [ A Caixa Preta de Darwin], Behe documenta a incompreensível complexidade da vida em seu nível químico celular mais básico – uma complexidade inimaginável para Darwin. Behe, que afirma que a evolução “deveria ser banida”7, que demole a teoria darwiniana oferecendo múltiplos exemplos, no nível bioquímico, de elementos “irredutivelmente complexos” intricadamente planejados, que nunca poderiam ter evoluído:
 

[A evolução] não pode explicar a origem das complexas estruturas bioquímicas que sustentam a  vida. Sequer tenta explicar... A conclusão de um plano inteligente flui naturalmente dos próprios dados – não de livros sagrados nem de crenças sectárias.8

A evolução, a mais gorda das vacas sagradas!

A evolução teria preenchido o registro fóssil de bilhões de criaturas intermediárias, e no entanto nem um sequer desses “elos perdidos” foi encontrado! Imagine a quantidade necessária de restos mortais desses milhões de pequenos incrementos evolutivos ao longo de milhões de anos para a passagem de guelras e pulmões, de pernas dianteiras para asas, para produzir estômagos e sistemas digestivos, olhos, rins, cérebros e sistemas nervosos que se estendessem por todo o corpo, a corrente sanguínea, o esperma e o óvulo dos mamíferos, o ovo e sua casca para os répteis e pássaros, etc. A impossibilidade aumenta geometricamente, pois cada um desses sistemas é incrivelmente complexo e não poderia evoluir gradativamente, mais precisaria ser funcional para sustentar a vida e ajudar na sobrevivência” – como seria o caso, por exemplo, do sotisficado sistema de radar dos morcegos.
Quantos milhões de andorinhas do Ártico morreram afogadas antes que a primeira “aprendesse”, por acaso, a navegação aérea sobre milhares de quilômetros de oceano? Quantos salmões se perderam e jamais conseguiram chegar ao riacho em que haviam nascido para desovar antes que essa estranha capacidade fosse desenvolvida? Quantas aranhas morreram de fome antes que o fantástico mecanismo de criação de teias tivesse, por acaso, surgido – e quem teria ensinado as aranhas a usarem tal recurso? Quantos ovos de toda espécie de ave apodreceram antes que surgisse o instinto de chocá-los? Como foi aprendido e transmitido? Há incontáveis IMPOSSIBILIDADES para o acaso.

Encarando de Frente a Questão

A vida e a saúde de todas as criaturas dependem do fato de que as moléculas do DNA reproduzem cópias exatas de si mesmas. Somente se o DNA, por uma deformação casual de seu mecanismo, deixasse de funcionar apropriadamente poderiam ocorrer mudanças evolutivas.
A idéia de que bilhões de criaturas complexamente estruturadas, cada uma com sua própria alimentação, e o relacionamento ecológico entre elas, cuidadosamente equilibrado – para não mencionar o sistema nervoso, o olho e o cérebro humano – sejam o resultado de uma série de erros casuais no funcionamento do DNA é absurda demais para ser crida. No entanto, aqueles que rejeitam o Criador não têm outra alternativa. As conseqüências dessa teoria, que é agressivamente promovida nas escolas e nos meios de comunicação, não são apenas moral e espiritualmente destrutivas, mas também falaciosas em sua lógica. C. S. Lewis escreveu: 
 

Se as mentes são completamente dependentes do cérebro, e os cérebros da bioquímica, e a bioquímica do fluxo sem significado dos átomos, não posso entender por que os pensamentos de tais mentes devam ter mais significado que o som do vento...

A lógica simples de Lewis destrói o darwinismo. Se o homem é produto casual de forças evolutivas impessoais, o mesmo ocorre com seus pensamentos – incluindo a teoria da evolução.

Vamos ser coerentes? Que tal??

A preocupação atual com as “espécies ameaçadas” contradiz Darwin. A evolução elimina os incapazes. É impossível crer na evolução e trabalhar em prol da preservação ecológica das espécies. Como o produto final da evolução, o homem deveria, sem misericórdia, eliminar todos os rivais na luta pela sobrevivência. As contradições são intermináveis.
Em seu último livro, Reason in the Balance [A Razão na Balança], Phillip Johnson argumenta que somente a criação divina pode explicar a consciência moral do homem. A natureza não tem moral. O senso ético e moral do homem desaprova a evolução. Se a evolução fosse verdadeira, deveríamos fechar os hospitais, para a produção de remédios e permitir que os doentes e os fracos morressem. É impossível reconciliar bondade e compaixão com a sobrevivência dos mais capazes.
No entanto, o homem é compelido por consciência e compaixão, prova de que é feito à imagem de um Deus santo e amoroso.

As Boas Novas (Para Sairmos da Entropia)

Ao rejeitar a massacrante evidência de propósito no mundo que o cerca (Romanos 1:18-32), e por recusar-se a obedecer às leis de Deus gravadas em sua consciência (Romanos 2:14, 15), o homem tornou-se vítima de seu próprio ego e de toda sorte de males. Apesar disso, Deus ama o homem, e em amor e graça veio a esta terra pelo nascimento virginal para que, como Homem perfeito, sem pecado, pudesse morrer em nosso lugar, pagando a penalidade infinita que a Sua própria justiça exigia pelo pecado. É apenas com base nisso – o pleno pagamento da penalidade do pecado, efetuado por Cristo, e aceitação desse pagamento por parte do homem – que este pode se tornar uma nova criatura em Cristo.
 

1  George W. Cornell, "Scientist calls Darwin evolution theory absurd", Times-Advocate, 
    10 de dezembro de 1982, A10.
2  Wolfgang Smith, Teilhard and the New Religion (Tan Books, 1988), 20.
3  Thomas E. Woodwart, "Doubts About Darwin", Moody Monthly (setembro de 1988), 20.
4  Richard Dawkins, The Blind Watchmaker (England: Longman, 1986), 1.
5  Dawkins, op. cit., 18.
6  MichaelJ. Behe, Darwin's Black Box: The Biochemical Challenge to Evolution (The Press, 1996), 139.
7  Ibid., 186.
8  Ibid., 192-93.
 
 
 

Dave Hunt
Compilado por Netanias A. Lima

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